[Séries de TV] Stranger Things


De princípio, eu estava pensando em postar no blog apenas assuntos vinculados a livros, ou seja, se eu abordasse séries de tv ou filmes seria para discutir algum tipo de adaptação. Mas resolvi criar uma coluna que fala sobre Séries de TV, porque não posso negar que Stranger Things mexeu muito comigo. Como fã de filmes da década de 80 e pelo imenso amor que tenho por Steven Spielberg, eu resolvi comentar sobre essa série aqui no blog!


Stranger Things é uma websérie americana criada pelos irmãos gêmeos Matt e Ross Duffer, que aborda gêneros de suspense, ficção-científica, terror e muitas referências nostálgicas de filmes da década de 80, como "E.T" e "Goonies", e também obras de Stephen King. A história em si é ambientada no ano de 1983, apresentando fortes temas culturais da época, presentes em sua abertura, trilha sonora, caracterização e nas inúmeras homenagens exibidas na série.

Resenha: Miniaturista


Miniaturista
Autora: Jessie Burton
Editora: Intrínseca
352 páginas

“O Homem Toma Por Brinquedo Tudo o Que Vê.”-pg. 66

O romance narra a história da jovem Petronella Oortman, também conhecida como Nella, que se muda para Amsterdã com intuito de iniciar sua vida de casada ao lado de seu esposo Johannes Brandt, um comerciante muito famoso e rico da região. Entretanto, a vida de Nella está longe de ser um conto de fadas. Ao chegar na casa de seu marido, acaba não sendo tão bem recebida, principalmente pela sua cunhada, Marin Brandt, uma mulher maliciosa e extremamente misteriosa. Petronella percebe que há algo muito estranho em toda a casa. Além dela, há apenas dois empregados, que possuem um comportamento singular, dando opiniões e respostas atravessadas, sua terrível cunhada e seu marido, este apesar de ser um homem bom e gentil, quase não permanece em casa dando prioridade aos seus negócios e viagens.


“Você sabe o que dizem sobre lírios? [...] O primeiro a florir, o primeiro a morrer.”- pg. 24

Nella permance a maior parte do tempo sozinha em casa, tendo que aguentar a sua cunhada, incapaz de agir com total liberdade e sem entender o distanciamento de seu marido. Para não dizer que Johannes não se preocupa  com Nella, ele resolve dar um lindo e inusitado presente de casamento a sua esposa: Uma casa de bonecas, mas não uma qualquer, uma réplica em miniatura reproduzindo com exatidão o lar dos Brandt.

[Séries de Livros] Os Bridgertons


Eu resolvi começar a escrever uma coluna que fale sobre séries de livros e o primeiro post será dedicado aos meus queridos Bridgertons da autora Julia Quinn.

Quinn é uma autora norte-americana que escreve livros de romances de época. Seus livros já foram traduzidos para 26 idiomas e já emplacou 14 títulos consecutivos na lista de mais vendidos do The New York Times. Suas primeiras obras, "Splendid" e "Dancing at Midnight" da série The Splendid Trilogy foram publicadas em 1995. Julia Quinn não pretendia ser escritora, ela tinha acabado de se formar em História da Arte quando percebeu que ainda não sabia o que gostaria de fazer, então decidiu iniciar seus estudos em outra área, e pensou na possibilidade de ser médica. Entretanto, essa área exige muito estudo e enquanto se preparava para tentar entrar na faculdade de Medicina, resolveu escrever alguns romances. Julia não fazia ideia que suas obras fariam tanto sucesso até o momento que seu agente ligou avisando que seus dois primeiros livros estavam sendo disputados por duas editoras. Consequentemente, Quinn escreveu mais livros e desistiu, definitivamente, do ramo da medicina.

Os Bridgertons, -que eu tanto comento no blog-, teve seu primeiro volume publicado no ano de 2000. Julia Quinn não planejava fazer uma série com oito livros, e sim uma trilogia, entretanto a série fez muito sucesso e a própria autora estava amando escrever sobre a família.


A série é composta por oito livros e cada volume é protagonizado por um dos irmãos, cujos nomes foram batizados em ordem alfabética de acordo com a ordem de nascimento: Anthony (o mais velho e quem detém o título de Visconde, desde a morte do pai), Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth (a caçula). Todavia, a ordem da série não segue essa sequência. O primeiro volume, por exemplo, narra a história de Daphne.

Dicas da Eloise: Leitura nas Férias


E aí leitores curtindo as férias? Segue abaixo algumas dicas de leitura para as férias.


1-Como Eu Era Antes de Você- Jojo Moyes (Intrínseca)- aquela história que arranca muitos sorrisos e também muitas lágrimas. Não tem como não se apaixonar por este livro.
2-Lovely Complex- Aya Nakahara (Panini)- além de livros você pode curtir um mangá ou uma HQ, Lovely Complex é um mangá de comédia romântica engraçadíssimo que vale muito a pena conferir.
3-O Mágico de Oz- L. Frank Baum (Leya)- que tal ler um clássico infanto-juvenil? Uma leitura leve, gostosa e cheia de aventuras.
4-O Duque e Eu- Julia Quinn (Arqueiro)- pra quem quer começar a ler romances de época, nada melhor que a família mais fofa e divertida do gênero, Os Bridgertons, esse é o primeiro volume de oito, porém a história é tão boa que você ler tudo num piscar de olhos (risos).
5-One Punch Man- One & Yusuke Murata (Panini)- retornando ao universo dos mangás, este é um shonen que está bem popular no momento, recheado de sátiras de outros animês e mangás e muitas batalhas divertidas e engraçadas.
6-Drácula- Bram Stoker (ediouro)- Vai que você curte um bom clássico de terror, nada melhor do que conhecer o Drácula de Bram Stoker, sou suspeita em falar, mas esse livro pra mim é o melhor que retrata a vida do mais famoso vampiro do mundo. 
7-Coraline e O Livro do Cemitério- Neil Gaiman (Rocco)- Gaiman dispensa apresentações, quer ler uma excelente fantasia juvenil, leia as obras desse autor, esses dois citados acima são os meus favoritos.
8- S ou O navio de Teseu- J.J Abrams e Doug Dorst ou V.M Straka (Intrínseca)- você tem esse livro e ainda não leu? Saiba que vale muito a pena. Mesmo tendo muitas páginas é um livro extraordinário, um presente a todos os fãs de literatura, um verdadeiro quebra-cabeça. Eu li este livro no carnaval e quando comecei não consegui parar, é uma ótima leitura pras férias, com certeza!!!
Ótimas férias leitores!!!! 
Eloise G.F

Resenha: Ligeiramente Casados


Ligeiramente Casados
Autora: Mary Balogh
Editora: Arqueiro
288 páginas

“Prometa que irá protegê-la. [...] Prometa! Custe o que custar!”-pg 7.

Diferente de outros romances de época que já li, essa história tem seu início ambientado numa batalha, na verdade retrata o fim de uma batalha. As tropas da Inglaterra e seus aliados haviam vencido e os franceses recuavam, haviam diversos mortos e feridos espalhados pelo chão.


Entre os feridos estava o capitão Percival Morris, cujas últimas palavras foram dirigidas ao seu oficial superior, Coronel lorde Aidan Bedwyn. Ele solicita ao oficial que este proteja sua irmã custe o que custar, Aidan dá a sua palavra, mesmo sem saber que tipo de proteção a irmã dele necessita. Assim que sai do campo de batalha para sua licença, o Coronel se dirige ao Solar Ringwood para encontrar a Srtª Eve Morris e informá-la sobre o falecimento de seu irmão e cumprir a promessa que fez no seu leito de morte.

Resenha: João & Maria


João & Maria
Autor: Neil Gaiman
Ilustrações: Lorenzo Mattotti
Editora: Intrínseca
58 páginas

“O cheiro vinha da própria casa. Era feita de pão de mel e decorada com jujubas verdes e vermelhas. As janelas eram de caramelo.”- pg. 32


Quem nunca escutou ou leu a famosa história de João e Maria em sua infância? Essa  fábula possui diversas adaptações tanto para livros como para filmes e peças de teatro. Sua história já foi contada e recontada por milhares e já foi alterada de diversos modos. Nessa versão, Neil Gaiman nos traz novamente este clássico, baseado no conto original dos irmãos Grimm, com ilustrações do artista Lorenzo Mattotti. Os dois juntos nos apresentam a essência mais sombria da história e o assombroso passeio nas profundezas da floresta. As ilustrações de Mattotti foram produzidas com tinta indiana, os desenhos apresentam um belo e aterrorizante jogo de luz e sombra com a utilização do preto e branco que, segundo o artista, transmite uma emoção mais profunda do que a utilização de cores. Com o preto e com pinceladas fortes e expressivas, o artista vai direto a essência do desenho e acentua o sentido trágico do conto.
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