Resenha: Uma Noite Como Esta


Uma Noite Como Esta
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
272 páginas

*Esta resenha não possui spoilers deste livro ou dos volumes anteriores.*

No segundo volume da série temos como personagem principal um elemento masculino da família: Daniel Smythe-Smith, o irmão mais velho de Honoria (personagem central do volume um da série: Simplesmente O Paraíso), conhecido como conde de Winstead, visconde Streathermore e barão de Touchton de Stroke. Contudo, apesar de todos esses títulos, Daniel é um homem que corre muito perigo, pelo menos é isso que ele acredita após ser ameaçado de morte pelo pai de um de seus bons amigos. Daniel sofreu muitas consequências devido ao desentendimento que teve com Hugh Prentice tendo que fugir e se exilar na Itália. Porém, ao receber a visita do próprio Hugh, garantindo-lhe que tudo ficaria bem e que todo problema estavano passado, Daniel resolve retornar a Inglaterra para assumir suas responsabilidades como chefe da família.



“Ela levantou os olhos. O tempo parou. Simplesmente parou. Era o modo mais piegas e clichê de descrever, mas aqueles poucos segundos em que o rosto dela se ergueu na direção dele...pareceram se esticar e se estender, dissolvendo-se na eternidade.” – pg. 24

Resenha: Eleonora


Eleonora (Conto)
Autor: Edgar Allan poe
Editora: DarkSide
#12mesesdepoe

"Àqueles que sonham de dia, é dado a conhecer muito do que escapa aos que sonham apenas à noite."- pg. 263

O conto é narrado em primeira pessoa por um narrador anônimo – aspecto bastante presente nos contos de Poe- que relata dois períodos de sua vida: O primeiro refere-se aos acontecimentos relativos às lembranças que envolvem sua amada Eleonora e o segundo envolve momentos sombrios do presente que está repleto de incertezas.

"Eleonora tinha a beleza de um serafim, mas era uma donzela tão ingênua e inocente quanto a vida breve que desfrutava entre as flores."- pg. 266


[Especial] A Bela e A Fera - Live Action


Nessa última quinta-feira tive a oportunidade de assistir a pré-estreia da adaptação de A Bela e A Fera. O filme retratou o clássico da Disney que foi lançado em uma animação musical no ano de 1991, dirigido por Kirk Wise & Gary Trousdale, com adaptação de Linda Woolverton e canções de Alan Menken & Howard Ashman.


A Bela e A Fera é o meu clássico preferido da Disney e não posso negar que criei grandes expectativas para o filme, principalmente quando surgiram os trailers e teasers, a animação e euforia me dominaram. Afinal, eu cresci assistindo A Bela e A Fera no vídeo-cassete, alugava a fita todo sábado e devolvia na segunda, só não alugava quando, infelizmente, alguém fazia isso antes de mim, então podem ter certeza que minha empolgação foi extrema quando soube da adaptação cinematográfica dessa obra.

Resenha: Simplesmente O Paraíso


Simplesmente O Paraíso (Volume I – Quarteto Smythe Smith)
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
272 Páginas

*Esta resenha não possui spoilers.*

Se eu puder definir esse romance em uma frase, seria: “uma vida salva, um beijo dado ou uma torta de melado roubada...”- pg 195. Simplesmente O Paraíso é um romance singelo e gracioso. Honoria Smythe-Smith e Marcus Holroyd se conhecem desde crianças, e os dois ao lado de Daniel Smythe-Smith (irmão de Honoria) criaram um lindo e forte laço de amizade. No entanto, devido a uma situação complicada, Daniel precisa deixar o país às pressas. Mas antes de partir faz seu amigo Marcus prometer que irá cuidar de Honoria, não permitindo que a jovem se casasse com uma pessoa inadequada e sem caráter. Apesar de não se sentir confortável com essa situação, Marcus promete cumprir o pedido do amigo, e mesmo detestando as temporadas sociais, ele passa a observar Honoria com frequência afastando pretendentes que não seriam adequados a moça.


Contudo, para Marcus praticamente ninguém é bom o suficiente para ela. Ele a conhece tão bem que se torna muito exigente nessa escolha. Por outro lado, Honoria não faz a mínima ideia que Marcus é o responsável por espantar os homens que mostram certo interesse nela, e acaba confundindo o olhar de seu amigo como uma desaprovação a si mesma, porém ela estava muito enganada.

Bloguices: 13 Razões para Adquirir o livro do Poe da editora DARKSIDE


Olá leitores!

Hoje recebi um presente maravilhoso da editora DARKSIDE e resolvi compartilhar com vocês cada detalhe desse livro, digo, dessa obra de arte chamada “Edgar Allan Poe: Medo Clássico”.


Fiquei tão maravilhada com essa obra que achei que seria interessante não apenas mostrar o livro e os mimos que recebi, como também apresentar os pontos positivos e motivos em adquirir essa edição fantástica do mestre do medo.

Segue abaixo as 13 razões que tornam o livro Edgar Allan Poe: Medo Clássico da DARKSIDE, a melhor publicação de contos do autor:

[Especial] Família Smythe-Smith – Julia Quinn



Essa semana postarei a resenha do primeiro volume da série Quarteto Smythe-Smith que foi lançado no mês de Fevereiro pela editora Arqueiro. Mas antes de comentar sobre os livros em si e suas histórias, resolvi primeiramente falar sobre essa família que tem um talento assombroso para música. Na verdade, “assombroso” soa até como elogio, elas são, literalmente, terríveis (risos), porém é esse ponto que torna essa família tão especial.


Antes de tudo, é importante ressaltar, que a família Smythe-Smith já pertence ao universo de livros da autora, antes mesmo de possuir sua própria série. O universo dos livros de Julia Quinn acaba sendo compartilhado, portanto uma hora ou outra o leitor se depara com algum personagem de outra série, – eu amo essa estratégia, principalmente quando o universo criado é tão divertido quanto o da Julia Quinn. A primeira aparição das Smythe-Smith foi na primeira série da autora chamada The Splendid Triology ou, também conhecida, como série Blydon (publicados entre 1995-1996). Julia Quinn explica em seu site, que ao criar um musical amador em seus romances ela preferiu optar por música ruim, pois seria muito mais divertido que música boa – e sinceramente, acertou em cheio. Assim, ela resolveu criar o musical anual das Smythe-Smith, onde todos os anos primas ou irmãs da família formam um quarteto e juntas fazem Mozart se contorcer em seu caixão.

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